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Aventura no cerrado: Lago Corumbá IV como conceito de segunda moradia

Théo Mariano

Goiânia – Um estande luxuoso em meio aos lotes vagos nas proximidades do Lago Corumbá IV. Ali, o empresário Fernando Costa discursava aos convidados para apresentar o novo empreendimento da região de Silvânia, a Fazenda Canoa. O ambiente, como explica, servirá como segunda moradia para quem busca fugir do concreto urbano nos tons esverdeados do cerrado. Ainda durante a apresentação, que contou com elogios por algumas participações ao microfone, eram anunciadas mais e mais vendas dos lotes no empreendimento. Ao todo, 486 vagas foram criadas para receber novos moradores nos terrenos cercados por morros do cerrado e o Lago Corumbá IV, inicialmente planejado, há cerca de 15 anos, para abastecer uma hidrelétrica.

(Foto: Amanda Gentilin/A Redação)

No evento, uma rotina de diversões para agradar os curiosos e potenciais compradores foi elaborada: de início o almoço com duas opções, peixe ao molho branco e frango ao molho de maracujá. Na sequência, as três principais atrações do ambiente, o passeio de barco pelo lago, a visita ao beach park da Fazenda Canoa, com uma vista invejável do cerrado local, e por fim o passeio de balão, aventura mais aguardada, de acordo com as manifestações dos cerca de dez colegas passageiros que estavam ali. Para Fernando Costa, o lançamento foi “um sucesso”: “É extremamente gratificante contar com a presença das pessoas aqui e contribuir para o turismo em Goiás. Estamos a 100 quilômetros de distância de duas capitais: Goiânia e Brasília”, detalha. A mesma distância, no entanto, é um dos desafios citados pelo empresário ao comentar quais gargalos o empreendimento deve superar para engrenar de vez na roda da economia goiana.

“O acesso ao local ainda fica dificultado pelas estradas de terra, mas trabalhamos em conjunto com o Governo de Goiás para pavimentar as vias”, prossegue Costa. A ação com a gestão estadual é notória, até mesmo inegável, visto que ali no evento estava o presidente da Agência Estadual de Turismo (Goiás Turismo), Fabrício Amaral. Segundo o chefe da autarquia, a atuação do Estado será para garantir o protagonismo do empresariado. “É possível, sim, que as vias sejam pavimentadas para tornar o local mais acessível. Hoje, entendemos que o futuro do turismo é ter uma mescla com a natureza, trazer a força do meio ambiente”, comenta Amaral. No local, o presidente da Goiás Turismo conversou com Fernando Costa e fez parte do trajeto desenhado para que visitantes conheçam o local.

A empreitada milionária gerou cerca de 200 empregos diretos e indiretos, de acordo com o empresário responsável pela Fazenda Canoa. O valor dos lotes varia entre R$ 180 mil e R$ 600 mil, conforme apurou o jornal A Redação. O preço depende sobretudo da vista: quanto mais ampla, maior o desembolso – algumas paisagens conseguem apresentar o ambiente em 360º. Após a viagem, restou o cansaço e a saciedade breve do contato com a natureza. Os tons esverdeados do cerrado são sempre marcantes, com os contrastantes ipês roxos e pequizeiros abandonados nos campos amarelos, durante as duas horas de viagem, das quais metade na estrada de chão.

Por: A Redação

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do Maior Lançamento do Lago Corumbá IV